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quarta-feira, 22 de agosto de 2007

florestas no teu olhar desmedido
sem os enígmas dos baldios
dum mundo aqui perto
tão próximo das casas e das ameaças

retenho a repiração
para sentir o vento

fecho os olhos
e perco todos os instantes
esquecendo as sombas
dos crepúsculos
teralmat

2 comentários:

LB disse...

Mais uma excelente imagem, muito bem acompanhada...

Beijinho

e-ko disse...

Nem sempre tenho tempo para trabalhar mais imagens e sem imagens não faço textos... porque os textos são inspirados nas impressões que me provocam as imagens já depois de editadas e nos segundos que antecedem o envio para o blog.

no caso de poemas de autor faço as imagens a patir do que o poema me provoca como impressão. o contrário da situação anterior que é a mais frequente.

excelente dia!